segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Tutorial de Marchetaria




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Aprenda como fazer uma rosa-dos-ventos com a técnica de marchetaria geométrica.

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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Tutorial demarchetaria 3d







Um tutorial para iniciantes mostrando como cortar as peças para montar
um painel de efeito 3d. Usando a técnica ensinada neste vídeo é possível
obter mais perfeição no corte e angulosidade dos losangos.

Para fazer este tutorial vamos precisar de:

régua
esquadro de 60°
Fita crepe
estilete.
3 tipos de lâminas. Eu utilizei na ordem do mais escuro para o mais claro:
Pau-ferro, curupixa, e a terceira mais clara pode ser amapá, pinho, freijó.
Use
as mesmas medidas, tanto para a largura das tiras (faixas) de lâminas,
quanto para os cortes de 60°. Por exemplo, se a largura da faixa for 3
cm, então elas estando ja unidas com fita crepe, corta-se no ângulo de
60° mesma largura de 3 cm.










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sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Não estamos sós!





Nesta era onde o ser humano deposita sua experiência na Ciência que sempre avança, na tecnologia, nas armas cada vez mais poderosas parece que ele esqueceu algo mais importante e trancendental. Estão buscando os homens outros caminhos para solucionar os seus problemas e resolver os dilemas. Outra esperança, Outro Rumo bem mais certo e seguro sempre se aprensentou a esta humanidade revolta e perdida em seus pensamentos. Não está tão longe esta Outra Esperança. Não precismamos descobrir como alcançar alguma dimensão no universo onde possamos encontrarmos. Há um Ser que se dispõe a nos ajudar aqui mesmo, nesta dimensão nesta nossa sofrida, cinzenta era. Ele nos aponta a Si mesmo como a Resposta. Ele sempre quis nos saciar a sede. Sempre nos afirmou que esta resposta não está lá fora, nas estrelas. Está bem diante de nós se acreditarmos. Jesus ainda hoje bate a porta. Você vai convidar pra entrar? 





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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Glossolalia, o dom de falar outras línguas - um milagre.










By Hermes C. Fernandes 


"O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá (...) Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. 1 Coríntios 13:8

Falar em línguas… Esta prática tem sido discutida desde o início do século passado, com o advento do pentecostalismo. Para uns, o dom de línguas éimprescindível. Quem não o tem, é tachado de crente carnal, desprovido dapresença do Espírito Santo. Para outros, tudo não passa de um mal-entendido. O tal dom teria sido distribuído apenas para a primeira geração de cristãos, e que, portanto, não estaria disponível hoje. Quem pensa assim é chamado decessacionista.

As Escrituras afirmam que certos dons estariam destinados a cessar, entre eles, odom de língua e de profecia. Isto está claro. Não há o que discutir. Mas quando isso ocorrerá? Paulo afirma que as línguas somente cessarão “quando vier o que é perfeito”. Os cessacionistas creem que isso aconteceu quando o cânon sagrado foi finalizado, isto é, quando as Escrituras foram terminadas. Uma vez que já temos acesso a toda verdade exposta em suas páginas, já não precisaríamos dodom de línguas, ou mesmo de qualquer outro dom espiritual. Embora o argumento pareça sólido, não resiste a uma apreciação mais profunda.

Paulo não está referindo-se às Escrituras, e sim ao segundo advento de Cristo, quando finalmente o“veremos face a face”. Segundo Paulo, a visão que temos deCristo mediante as Escrituras equivale ao reflexo de um espelho. Quando Ele Se manifestar em glória, já não precisaremos nem mesmo das Escrituras, muito menos dos dons espirituais.

Se o argumento de que os dons cessaram com o fechamento do cânon procedesse, então, não apenas as línguas teriam cessado, como também a ciência teria desaparecido. E o que temos presenciado é completamente oposto a isso. A ciência jamais esteve tanto em evidência quanto nos dois últimos séculos. Portanto, a conclusão lógica a que chegamos é que o dom de línguas não perdeu a sua validade.

O outro argumento usado por cessacionistas é que as línguas faladas pelos crentes primitivos eram línguas inteligíveis, e não espirituais. O texto usado para respaldar este pressuposto está em Atos 2:4-8:

“E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem. E em Jerusalém estavam habitando judeus, homens religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu. E, quando aquele som ocorreu, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua. E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! não são galileus todos esses homens que estão falando? Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos?” Atos 2:4-8

De fato, o fenômeno ocorrido no dia de pentecostes está explícito na passagem acima. As línguas faladas na ocasião eram vernáculos conhecidos das pessoas das diversas nacionalidades reunidas em Jerusalém para a festa. Há, ainda, outro milagre que muitas vezes passa despercebido nesta passagem. Independentemente da língua que cada um falava, os transeuntes ouviam em sua própria língua. Portanto, o milagre não se deu apenas no campo da fala, mas também da audição. Ninguém duvide que o Espírito Santo seja capaz dereproduzir tal fenômeno em nossos dias.

Entretanto, o dom de línguas descrito por Paulo em suas epístolas não se restringe a tal manifestação. Paulo fala claramente de línguas espirituais.

Em 1 Coríntios 14:2 lemos que “o que fala em língua não fala aos homens, senão a Deus. Com efeito, ninguém o entende, e em espírito fala mistérios”. Esta única passagem derruba o argumento cessacionista acima apresentado. No dia dePentecostes, os discípulos falaram aos homens, e não a Deus. Todos à sua volta entenderam perfeitamente a mensagem que transmitiam. Portanto, trata-se defenômenos distintos.

Partindo da premissa que este dom é real e que está disponível para a igreja em nossos dias, deparamo-nos com outras questões igualmente importantes. a) O que é? Do quê se trata?; b) Qual a sua importância em nossa vida?; c) Equívocos e abusos do dom de línguas; d) Como recebê-lo?

a) O que é? Do quê se trata?

As línguas espirituais não possuem uma estrutura como os idiomas humanos. Não é possível uma análise sintática. Não há verbos, adjetivos, substantivos, predicados, pronomes ou coisa semelhante. Trata-se de línguas estáticas. Ao quê podemos compará-las, então? O apóstolo Paulo nos dá uma dica preciosa. Leiamos:

“Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora. E não só ela, mas nós mesmos, que temos as primícias do Espírito, também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo (…) E da mesma maneira também o Espírito ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis. E aquele que examina os corações sabe qual é a intenção do Espírito; e é ele que segundo Deus intercede pelos santos.” Romanos 8:22-23, 26-27

Paulo identifica os cataclismos naturais como gemidos da criação. O cosmos está grávido, e suas contrações se intensificam à medida que se aproxima o momento do parto, quando um novo céu e uma nova terra emergirão. De maneira análoga, nós que temos as primícias do Espírito também “gememos em nós mesmos”. O próprio Espírito produz esses “gemidos inexprimíveis”, cuja intenção somente é conhecida por Ele. Esta é a linguagem do Espírito. Em vez de palavras cuidadosamente escolhidas, gemidos que revelam os anseios mais profundos da alma. Ninguém, exceto Deus, pode sondar o âmago da alma humana, e interpretar o que não pode ser exprimido em palavras. E por que tais anseios não podem ser expressos em palavras? Porque, todavia, não foram revelados à mente humana. Em outra passagem, Paulo diz que “as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram à mente humana, são as que Deus preparou para os que o amam. Deus, porém, as revelou a nós pelo seu Espírito. O Espírito penetra todas as coisas, até mesmo as profundezas de Deus. Pois qual dos homens sabe as coisas do homem, senão o espírito do homem, que nele está? Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de Deus. Nós, contudo, não recebemos o espírito do mundo, mas o Espírito que provém deDeus, para que pudéssemos conhecer o que nos é dado gratuitamente por Deus. Disto também falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando as coisas espirituais com as espirituais. Ora, o homem natural não compreende as coisas do Espírito de Deus, pois lhe parecem loucura, e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1 Co.2:9-14).

Quando somos regenerados, nosso espírito torna-se um só espírito com Ele, numa experiência que podemos identificar como “batismo no Espírito Santo”, demaneira que as coisas antes ocultas nos passam a ser compartilhadas. Esta revelação não se submete ao crivo da mente ou dos sentidos. São coisas que os olhos jamais viram, os ouvidos não ouviram, nem subiram à mente humana. O labirinto instalado em nossa mente, formado de nossos pressupostos, preconceitos, presunções, é driblado pelo Espírito. Tal labirinto é chamado por Paulo de “fortalezas espirituais”, construídas a partir de raciocínios humanos (1 Co.10:4).

Nosso homem interior (espírito) agora é conectado diretamente à Mente deCristo (1 Co. 2:16). Ao orarmos, não sabemos expressar com palavras inteligíveis aquilo que está revelado ao nosso espírito. Não encontramos qualquer analogia que seja suficientemente precisa para exprimir o que sentimos ou aquilo pelo qual ansiamos. Temos a impressão de que um rio de águas vivas está borbulhando em nosso ser, e que a nossa mente é incapaz de represá-lo. Daí a necessidade de ‘verbalizar’ estes gemidos inexprimíveis. Ainda que não pronunciemos uma única sílaba, o dom de línguas poderá manifestar-se através de sussurros humanamente indecifráveis. Um misto de alegria e expectação toma o nosso ser. Bordões e jargões religiosos são incapazes deexternar o que sentimos. Então, gememos. Unimos nossa voz ao coro da criação, num grandioso coral que manifesta a expectativa daquilo que está por vir. Sem a manifestação deste dom precioso, a expectação corre o risco de tornar-se ansiedade.

b) Qual a sua importância em nossa vida?

Paulo diz que “o que fala em língua edifica-se a si mesmo” (1 Co.14:4a). No lugar onde antes havia uma fortaleza espiritual que servia de base operacional para o inimigo, agora é edificada uma catedral de louvor e adoração a Deus. O livre fluxo do Espírito promove a demolição de tais fortalezas. Nossos pensamentos são levados cativos à obediência de Cristo. Nossa vontade submetida ao Seu senhorio. Todos os demais dons espirituais têm como objetivo o bem coletivo. Odom de línguas é o único que visa a edificação do indivíduo. Porém, somos desafiados a dar um passo além, na direção do outro, para que este também seja edificado pelo nosso dom. Mas como alguém poderia ser edificado por um domque visa a minha própria edificação? Como alguém seria edificado sem que entendesse uma palavra do que eu dissesse? Confira a resposta de Paulo:

“Assim também vós, como desejais dons espirituais, procurai abundar neles para a edificação da igreja. Pelo que, o que fala em língua, ore para que a possa interpretar. Pois se eu orar em língua, o meu espírito ora, de verdade, mas o meu entendimento fica sem fruto. Que farei, pois? Orarei com o espírito, mas também orarei com o entendimento, cantarei com o espírito, mas também cantarei com o entendimento. De outra maneira, se tu bendisseres com oespírito, como dirá o não instruído o Amém sobre a tua ação de graças, visto que não sabe o que dizes? Em verdade tu dás bem as graças, mas o outro não é edificado.” 1 Coríntios 14:12-17

Repare: não recebemos o dom para interpretar o que o outro diz, e sim o que nós mesmos estamos dizendo. Não se trata, porém, de interpretar a língua em si, uma vez que esta não possui a estrutura comum aos idiomas humanos. Trata-se, antes, de interpretar os anseios que brotam do nosso coração, de maneira que possamos expressá-los, ainda que imperfeitamente, em nosso próprio idioma. Nosso objetivo ao pedir que o Senhor nos permita compreender tais anseios é poder compartilhá-los com os demais, e assim, edificá-los tanto quanto a nós mesmos. O que queremos não é impressionar ninguém com nossa super-espiritualidade, mas compartilhar o que nos foi confiado. Assim, quem ora conosco poderá dizer um sonoro “amém”, em concordância com nossa oração. 



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domingo, 1 de junho de 2014


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A Mensagem do Profeta



A mensagem do profeta assenta-se sob quatro pilares:
a) Severidade: o profeta é zeloso defensor da aliança e do direito divino;
b) Consolador: o profeta descobre a luz da esperança no meio das sombras e trevas;
c) Edificante: a palavra de Deus purifica, cura e forma o  povo;
d) Exortativo: exorta o povo a se entregar com santidade aos compromissos da aliança com Deus.
A mensagem de todos os profetas se conjuga em harmonia seguindo três linhas mestras que caracterizam a religião do AT.
a) Monoteísmo: Israel só tem um Deus, dono de toda a terra que não deixa lugar para outros deuses, por isso seu amor a Deus deve ser exclusivo, sem a influência de cultos pagãos e sincretismos que mancham a fé (Os 2,7-15; Jr 2,5-13).
b) Moralismo: a impureza do homem opõe-se à santidade de Deus. Diante disso o profeta tem clara consciência do pecado pessoal e social. O pecado é atentado contra o Deus de Justiça (Amós), contra o Deus do amor (Oséias) e contra o Deus Santo (Isaías). Os profetas atacam o formalismo social e religioso. Miquéias 6,8 sintetiza a vontade de Deus para seu povo: “Já te foi indicado, ó homem, o que é bom, o que o Senhor exige de ti. É só praticar o direito, amar a misericórdia e caminhar humildemente com teu Deus”.
c) Messianismo: os profetas anunciam e descrevem o perfil da vida e missão do futuro messias: pastor, esposo, juiz, sacerdote. Nascerá em Belém: “Mas tu, Belém de Éfrata, pequenina entre as aldeias de Judá, de ti sairá para mim aquele que há de ser o governante de Israel” (Mq 5,1), será cheio do Espírito Santo: “Sobre ele há de repousar o espírito do Senhor, espírito de sabedoria e compreensão, espírito de prudência e valentia, espírito de conhecimento e temor do Senhor” (Is 11,2-3), com títulos maravilhosos (Is 9,5; Jr 23,6), como o filho do homem (Dn 7). Efetivamente da linhagem de Davi como o Senhor prometeu: “Um broto vai surgir do tronco seco de Jessé, das velhas raízes, um tronco brotará” (Is 11,1).
Mas, de maneira especial, o messias é apresentado como o Servo do Senhor, sofredor que por suas chagas vai salvar Israel (Is 49-53). Os profetas anunciam o dia do Senhor como um dia de felicidade indescritível, num clima de santidade e justiça (Is 29,19-24), conversão interior e perdão divino (Jr 31-34), conhecimento do Senhor, paz e gozo (Is 2,4).
São dois os nomes que resumem o genuíno ideal messiânico: Emanuel“Pois bem, o próprio Senhor vos dará um sinal. Eis que a jovem conceberá e dará à luz um filho e lhe porá o nome de Emanuel” (Is 7,14) e Senhor, nossa Justiça“Naquele dia, Judá será salvo e Israel vai se deitar confiante. E o nome que lhe darão será Senhor Nossa Justiça” (Jr 23,6).


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domingo, 2 de fevereiro de 2014

Luiz de Carvalho Alguém Me Tocou (+playlist)

A travessia do mar vermelho








Por Eliseu Antonio Gomes

Os hebreus viveram 430 anos sofrendo como escravos no Egito. O Todo-Poderoso tirou o povo israelita do cativeiro de maneira marcante, com cuidado e zelo, através de Moisés o conduziu no meio do deserto à Terra Prometida.

A saída deles do território de Faraó significou um desastre para a economia egípcia. Além da perda da mão de obra escrava, os israelitas não saíram daquele país com as malas vazias, eles despojaram os egípcios, como uma forma de ressarcir os anos em que não foram pagos pelos quase quatro séculos e meio trabalhados em regime forçado.

Mares na Bíblia

Entre os hebreus o termo "mar" compreendia qualquer massa de água. Então, na Bíblia encontramos à extensão de água designada como mar, a água salgada ou doce. Exemplos: o oceano (Gênesis 1,10; Jó 38.8); o Mar da Galiléia (que é um lago, Mateus 4.18).

Os mares são:

1 - Mediterrâneo, também chamado apenas de Mar, ou de Mar dos Filisteus, Mar Grande, Mar Ocidental (Números 34.6).
2 - Mar Morto, ou de Arabá, ou Oriental, ou Salgado (Josué 3.6).
3. Mar Vermelho, ou Mar Eritreu, Mar de Sufe, ou Mar do Egito (Êxodo 13.18)

O Mar Vermelho

Mar de Sufe ("Yam Suph"), significa "de plantas marinhas". Não se sabe como originou o nome Mar Vermelho, suas águas não são avermelhadas, mas verde-azul.

Embora não pertença à Terra Santa, encontra-se estreitamente ligado à história do povo israelita.

O Mar Vermelho separa os territórios egípcios e sauditas, está entre a África e a Arábia. Na parte setentrional divide-se em dois golfos pela península do Sinai: o braço ocidental é conhecido como o Golfo de Suez; o oriental, Golfo de Acaba.

É provável que os israelitas tivessem atravessado o Mar Vermelho num ponto que fica 300 milhas * ao norte da atual entrada do Golfo de Suez. Como todo o exército pereceu nas águas, a largura deveria ser de pelo menos 12 milhas.

A parte mais larga do Mar Vermelho, até o sítio onde se fende em dois golfos é de 200 milhas e a parte mais estreita é de 100 milhas. O Golfo de Suez ao longo do tempo da era cristã tem se estreitado. A mudança de largura, secando-se a língua do Mar Vermelho, dificulta localizar a região onde ocorreu a travessia dos hebreus. Mas cogita-se que possa ter sido próximo dos Lagos Amargos.

Escravidão na Bíblia

Muitos se perguntam sobre o motivo de os judeus escaparem da servidão no Egito e depois incorporarem o regime escravagista após o estabelecimento da sua sociedade. Segundo Charles H. Spurgeon, comentando a passagem de Êxodo 21.5-6, a escravidão que existia entre os judeus antigos era uma coisa muito diferente daquela que desgraçou  humanidade nos tempos modernos. O escravo de um judeus tinha liberdade para sair da casa de seu mestre e ir sozinho onde quisesse. Mas, parece que, por ser a servidão tão leve - diz Spurgeon - benéfica para a pessoa escravizada, era comum o escravo não buscar sua liberdade.

Conclusão

Depois da conversão, o pecador torna-se servo de Jesus Cristo. Ele apresenta seu como um sacrifício vivo. Seus ouvidos estão sempre abertos na direção da porta do Salvador. O pecador arrependido ouve a sua voz (João 10.3, 9).

O cristão verdadeiro submete-se voluntariamente à Lei de Cristo: 1 Coríntios 9.21; Gálatas 6.2).

É necessário crer na eficaz proteção de Deus e eficiente providência divina. Assim como Ele não havia se esquecido das promessas que havia feito para Abraão, não abandona o cristão. Se esperamos que os planos do Senhor sejam realizados, não podemos cair em desespero e nos esquecer que nenhum objetivo do dEle é frustrado. Ele jamais se esquece das promessas que faz, todas são concretizadas efetivamente.

E.A.G.

* - Para converter medidas de milhas para metros, e obter o número exato, é preciso usar o Sistema Internacional, multiplicando o valor por 1 609,344.

Consultas:
Bíblia de Estudo Almeida, Dicionário, página 109, edição 2007, Barueri, (SBB).
Bíblia Evangelismo em Ação, página 76, edição 2005, (Editora Vida).
Geografia Bíblica, Claudionor de Andrade, página 140 1987, Rio de Janeiro (CPAD).
Lições Bíblicas, Antonio Gilberto, 1º trimestre 2014, Rio de Janeiro (CPAD)..
Pequena Enciclopédia Bíblia O.S. Boyer, páginas 401 e 402, 404, edição 1992, São Paulo (Editora Vida).






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